Edifício Lidgerwood: um marco na luta pela preservação e difusão da memória e História de Campinas

Américo Baptista Vilela – professor da ETEc Bento Quirino, curador do Centro de Memórias “Orleide Alves Ferreira” e historiador do Museu da Cidade.

Resumo: o presente artigo reconstitui de forma sucinta os diferentes usos do prédio localizado a avenida Andrade Neves, 33, centro, Campinas. Ao longo de seus 135 anos de existência o imóvel materializa o trabalho e os esforços dos habitantes da cidade para a construção de um futuro mais humano, moderno e de articulação entre passado, presente e futuro.

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Edificio Lidgerwood antes do túnel Rua Lidgerwood esquina com Campos Sales - Fonte Projeto Museu da Cidade

Foto do Prédio da Lidgerwood em 1991 – Visto da esquina de Campos Sales com Lidgerwood. Acervo Museu da Cidade.

O prédio que já abrigou o acervo do Museu da Cidade foi construído entre 1884 e 1886, a partir de projeto de Hendrich Huseman[1] e construção de Guilherme Krug[2]. Nele funcionaram as instalações mecânicas da antiga Companhia Lidgerwood Manufacturing & Co. A empresa que havia iniciado suas atividades em Campinas, em 1862, com uma loja situada a Rua do Rosário – atual Avenida Francisco Glicério –, em virtude da expansão da cultura cafeeira, passou a produzir em nossa cidade. Iniciou sua produção em um prédio alugado a rua da Constituição – atual Costa Aguiar – em 1883 e no ano seguinte adquiriu um terreno no largo da Estação da Cia Paulista de Estradas de Ferro e deu início a construção de sua sede própria. Segundo Ema Camillo:

Em março de 1886, foram inauguradas a nova oficina mecânica, a fundição, serraria a vapor, caldeiraria, setor de modelação e também serralheira, à Av. Andrade de Neves, n. 93, no Largo da Estação Ferroviária da então Cia. Paulista de Estradas de Ferro. O registro na Junta Comercial da Capital do Império aponta o número do decreto 9623 de 7 de agosto de 1886, que autorizou seu funcionamento enquanto fábrica de máquinas.(…) Essa nova fábrica ocupando 85 operários que manufaturavam vinte toneladas de ferro por mês, foi dotada de motor de 75 HP e respectivas caldeiras, possuindo um guindaste de dez toneladas, que avançava sobre os trilhos da Estrada de Ferro Paulista que trafegava aos fundos dessa fábrica. (CAMILLO, 2003, p.112-113).

Com a nova sede construída, a empresa se dedicou produzir máquinas e equipamentos que seriam utilizados no beneficiamento do café e nas melhorias urbanas de nossa cidade, tais como o coreto localizado a Praça Correa de Lemos, atualmente em estudo para tombamento pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Artístico e Cultural de Campinas (CONDEPACC), através do processo 02/2015. Esse prédio é um marco de uma cidade que vê despertar sua vocação industrial e juntamente com o prédio da Fundição Mac Hardy e os remanescentes das instalações da Cia. Paulista e da Cia. Mogiana de Estradas de Ferro e Navegação são um vestígio do estilo Arquitetônico Neogótico da era vitoriana ainda presentes em Campinas. Ainda no interior do prédio, há uma cisterna que recorda os momentos trágicos das epidemias de Febre Amarela que assolaram a Cidade de Campinas nos anos de 1889 e seguintes. O dono da empresa através da Associação Beneficente Lidgerwood mandava buscar água no antigo distrito de Rebouças – atual cidade de Sumaré – para distribuir a população.

A crise da cafeicultura fez com que a Lidgerwood encerrasse suas atividades em Campinas em 1922 e o prédio foi vendido para a Fundição Pedro Anderson. Em 1928, o prédio foi adquirido pela Cia. Paulista de Estradas de Ferro e passou a ser utilizado para realizar a manutenção das composições da Paulista. Em 1932, parte das granadas utilizadas pelos soldados constitucionalistas foram forjadas em suas instalações, segundo depoimento colhido pelo autor, junto ao ex-funcionário da Lidgerwood, senhor Mozart Tamega.

A concorrência do modal rodoviário de transporte fez com que a Cia Paulista concentrasse suas oficinas de manutenção em Jundiaí e Rio Claro e o prédio passou a ser utilizado como entreposto/depósito, posteriormente garagem para funcionários da FEPASA, e nos anos oitenta do século XX ficasse desocupado. Nesse meio tempo, o plano de melhoramentos urbanos, conhecido como Plano Prestes Maia, aprovado pelo ato 118, de 23/4/1938, estabeleceu a abertura de avenidas e o alargamento das ruas da região central da cidade para adaptar a cidade ao modal de transporte rodoviário que vinha se tornando hegemônico no Brasil. Uma série de demolições ocorrem como parte da implantação desse projeto. Parte do Palácio da Mogiana e a Igreja do Rosário[3] serão demolidos para o alargamento das Avenidas Campos Salles e Francisco Glicério, entre outros tantos prédios que vieram abaixo para a “modernização” da cidade. Sônia Fardim aponta:

O prefeito Rui Novaes, em seu primeiro mandato (1956-1960), intensificou a execução do Plano de Melhoramentos e promoveu o alargamento de avenidas realizando muitas demolições. A Igreja do Rosário foi uma delas. Construída em 1817, foi demolida em 1956 para viabilizar o alargamento da Av. Francisco Glicério. (FARDIM, 2002, p.18).

O prédio da Lidgerwood estava ameaçado de demolição em virtude da construção do túnel rodoviário que liga o Centro à Vila Industrial, bem como para a abertura da avenida perimetral Sul-leste. Para que tais obras fossem realizadas, o prefeito José Roberto Magalhães Teixeira, através do Decreto nº 9.115, de 20/3/1987, “Declara de Utilidade Pública e autoriza a desapropriação de áreas de terrenos necessárias à importação (SIC) de sistema viário, envolvendo a interligação das avenidas Lix da Cunha, Aquidabã e marginais do Córrego Piçarrão”.

A este respeito, o Inventário Patrimonial do Bem arquitetônico realizado pelo Instituto dos Arquitetos do Brasil – Núcleo Regional Campinas, sob coordenação de Mirza Pelicciota, esclarece:

Em 1987 o edifício já desocupado, tornou-se o foco de acontecimentos fundamentais para a Preservação do Patrimônio Cultural de Campinas. (…) Na noite de 29 de maio de 1987, o presidente da Febre Amarela, Antônio da Costa Santos, o Toninho recebeu uma ligação anônima denunciando a demolição de paredes internas da Lidgerwood. A obra não poderia acontecer, pois o prédio estava próximo a estação de Campinas, que já era protegida como patrimônio. A Febre Amarela fez um Boletim de Ocorrência contra a Prefeitura de Campinas, proprietária do imóvel. O então Secretário de Obras negou a participação da Prefeitura. As obras foram paradas e a polícia monitorou o prédio. A Febre Amarela organizou um ato público simbólico. Munidos de cartazes e faixas, os membros da sociedade e moradores da região deram as mãos abraçando o prédio. As ações da Febre Amarela causaram grande repercussão na mídia. Graças ao trabalho desse grupo pioneiro em Campinas, as discussões para instituir um conselho de defesa do Patrimônio Cultural, que se iniciaram em 1979, chegaram ao fim com a aprovação da Lei 5885, de 17 de Dezembro de 1987, que criava o CONDEPACC.

A cidade que já havia perdido prédios importantes como a, já mencionada, Igreja do Rosário e a Casa das Andorinhas, em 1956, o Teatro Municipal Carlos Gomes, em 1965, agora se organizava para preservar uma parcela da sua história materializada em prédios e construções. Para tanto, a criação da Associação Preservacionista Febre Amarela, agregando arquitetos, urbanistas, historiadores e cidadãos, foi de fundamental importância para que essa luta lograsse êxito e houvesse finalmente a criação do CONDEPACC, por meio da lei nº 5885, que dispõe sobre a proteção e preservação do patrimônio histórico, artístico, estético, arquitetônico, arqueológico, documental e ambiental do município de Campinas.

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MORADORES, “abraçam” a antiga fábrica Lidgerwood. Correio Popular. Campinas, 07/6/1987. Foto Antoninho Perri. Biblioteca Centro de Memória – Unicamp, CMUHE 008977.

Logo após a criação do CONDEPACC, foi aberto o estudo para o Processo de tombamento do prédio da Lidgerwood, sob número 03, datado de 17/1/1989. Esse estudo resultarou na Resolução nº 004, de 27/11/1990, que tombou o prédio da Lidgerwood como parte do patrimônio histórico ferroviário da cidade de Campinas. Nessa conjuntura, como marco simbólico de uma primeira vitória do movimento pela preservação da memória e do patrimônio histórico da cidade de Campinas, o ex-coordenador do Museu Histórico Municipal, Célio Roberto Turino de Miranda, exercendo a função de Secretário Municipal de Cultura optou pela instalação do Museu da Cidade no referido prédio.

O Museu da Cidade foi criado, a partir de um projeto premiado pela Associação Paulista de Museologia em 1987, com novas perspectivas historiográficas e museológicas. Em sua apresentação, o projeto realiza um diagnóstico da estruturação dos Museus da Prefeitura de Campinas:

Apesar das diversas transformações ocorridas recentemente, a própria estruturação dos museus os mantém sob o prisma das classes dominantes, onde aos “primitivos” coube o Museu do Índio, às classes populares, rudes e ignorantes, o Museu do Folclore e à vitoriosa elite campineira, herdeira do conhecimento erudito europeu, o de História. (fls.1).

Reforça se até mais que nos piores livros didáticos a ideia de História como fruto da ação exclusiva de grandes homens, ao privilegiar objetos que reafirmam relações de tutela, dependência, autoridade ou favor, considerando-os como naturais e expressão do caráter nacional. (fls. 3-4).

E prossegue analisando como a situação depõe contra a auto estima das classes populares e de indígenas, explicando que “o público não se vê nos Museus”, apresentando como primeira proposta para reverter esse quadro que:

Os Museus do Folclore, História e Índio, devem ser unificados em torno do Museu Histórico Municipal, passando a fazer parte do acervo de um único Museu. Esta transformação que, à primeira vista, parece insignificante já contribuirá, em muito, para quebrar o condicionamento gerado pela organização anterior. (fls.8).

Assim, a escolha do prédio da Lidgerwood como sede do Museu da Cidade, para além das suas vantagens operacionais, como a facilidade do acesso ou a versatilidade das possibilidades de uso, foi realizada para marcar essa distinção conceitual que pretendia recuperar o cidadão comum como agente da história. Um patrimônio cultural que remetia ao trabalho e não somente às moradias dos barões de café ou as sedes do poder religioso ou político, mas, e talvez principalmente, uma conquista da cidade para salvaguardar a sua memória do trabalho e dos trabalhadores.

Ainda durante a restauração o prédio foi ocupado com uma exposição coletiva de artes plásticas e a 03/4/1992 inaugurado o Museu da Cidade com a exposição: O Homem, A cidade e o Tempo, que ocupava a nave central do edifício. A proposta inicial de uso do prédio consistiu na realização de exposições de longa duração na nave central enquanto o anexo foi utilizado para exposições temáticas temporárias, além de cursos de férias para crianças. Nesse sentido, além da exposição inaugural, foi realizada a exposição: A Cidade e os Sonhos, ambas de longa duração, enquanto ocorreram diversas exposições de curta duração, em média trinta dias, em parceria com outras instituições da cidade como: a Associação Atlética Ponte Preta: noventa e três anos em uma só partida, em 1993. Em paralelo, ocorreram três edições de curso de férias para crianças nos quais através de visitas às exposições do Museu, à Maria Fumaça, à Fazenda do Instituto Agronômico de Campinas etc., e encenações de teatros de fantoche ou oficinas de pin-hole.

Curso de Férias

Foto Suzana Barretto Ribeiro – Acervo Museu da Cidade.

No entanto, é preciso frisar que o Museu da Cidade foi inaugurado sem que o seu projeto arquitetônico de restauro tivesse sido concluído. Além disso, o prédio não contou com a manutenção corretiva e preventiva adequada, o que colocou problemas para a estrutura do mesmo e levou o CONDEPACC, a aprovar, em reunião realizada a 13/11/1997, que houvesse o desmonte do anexo do prédio situado a Rua Lidgerwood, esquina com Campos Sales. Este espaço, pelo projeto arquitetônico original, de autoria de Ana Villanueva e Sandra Geraldi, deveria ter sido restaurado e adaptado seu uso para auditório, o que nunca ocorreu.

Mesmo após a demolição do anexo, o prédio continuou a sofrer com o passar do tempo e a ausência de manutenção, realidade esta que ainda expunha o acervo do Museu da Cidade as intempéries do clima e os riscos de acidentes e vandalismo. Relatório de fiscalização da Coordenadoria Setorial de Patrimônio Cultural, nº05/394, datado de 13/9/2005, aponta que o imóvel havia sido arrombado, que as “instalações elétricas, em estado precário, já causaram princípio de incêndio, (…) no prédio principal há vários pontos de goteira (…)”, portas estavam danificadas, etc. Embora, a ata da reunião do CONDEPACC, realizada em 9/3/2006, registrasse em comunicações do presidente que “Através de Ministério da Cultura conseguiu-se recursos da União para o restauro do Museu da Cidade, tendo a verba liberada pela Caixa Econômica Federal também no valor de 200 mil reais.” (fls. 339.1), tais obras nunca foram executadas o que levou o fechamento do Museu à visitação pública.

A Resolução nº 004, acima mencionada, foi revogada pela de nº 137/2015, de 13/10/2015, que altera a redação e os mapas da resolução revogada, mas, ainda assim, mantém o prédio como patrimônio histórico cultural do município de Campinas. Nesse momento, para garantir a salvaguarda do acervo, o mesmo havia sido deslocado para a Estação Cultura para minimizar danos e riscos e o prédio da Lidgerwood para a receber, unicamente, eventos relacionados ao patrimônio cultural imaterial como as rodas de capoeira e de violas, as danças e também ensaios e encenações de peças de teatro. Em 2017, o CONDEPHAAT por meio da Resolução 68, de 19/12/2017, optou-se pela inscrição do prédio no livro do Tombo Histórico do Estado de São Paulo, inscrito sob o nº 463, às páginas 140 a 141. Atualmente, em função das restrições advindas da pandemia de coronavírus, o prédio se encontra praticamente inativo, porém a perspectiva de que o mesmo seja transferido para a municipalidade coloca a necessidade de se rediscutir seu uso com a comunidade cultural para que o mesmo receba as melhorias necessárias que permitam que ele volte a ocupar um papel de destaque na dinâmica cultural da cidade.

Notas e bibliografia

[1]   Para maiores informações ver Os Husemann de Kump (Derne – Dortmund): da Alemanha para o Brasil (Campinas, São Paulo) in: Revista ASBRAP, nº 11, pp.125-189, disponível em http://www.asbrap.org.br/documentos/revistas/rev11_art7.pdf, acesso em 13/7/2021.
[2]   Para maiores informações ver CAMARGO, Munir Abboud Pompeo de. O Contrato e a Concepção: arquitetura escolar e grupo mandatário em Campinas: 1870- 1889. Dissertação de Mestrado. Faculdade de Educação da UNICAMP, Campinas, 2019. Disponível em http://repositorio.unicamp.br/jspui/bitstream/REPOSIP/334090/1/Camargo_MunirAbboudPompeoDe_M.pdf, acesso em 13/7/2019.
[3]   A Lei n. 1457, de 25/4/1956, declara de utilidade pública a Igreja do Rosário, autoriza permuta de imóveis e dá outras providências, trocando treze imóveis de propriedade da municipalidade por um imóvel de propriedade da Cúria Diocesana e da Sociedade Amigos do Brasil. Os termos dessa negociação transcendem o objetivo deste artigo, porém merecem análise mais aprofundada a ser realizada oportunamente.

Ato 118, de 23/4/1938, disponível em: https://bibliotecajuridica.campinas.sp.gov.br/index/visualizaratualizada/id/91518, acesso em 12/7/2021.
BERTINATO, Wânia Lucy Valim. A história da preservação do patrimônio cultural em campinas: a trajetória do CONDEPACC (1987 – 2008). Dissertação de Mestrado. Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UNICAMP. Campinas, 2012, Disponível em: http://repositorio.unicamp.br/jspui/bitstream/REPOSIP/278949/1/Bertinato_WaniaLucyValim_M.pdf, acesso em 13/7/2021.
CAMARGO, Munir Abboud Pompeo de. O Contrato e a Concepção: arquitetura escolar e grupo mandatário em Campinas: 1870- 1889. Dissertação de Mestrado. Faculdade de Educação da UNICAMP, Campinas, 2019. Disponível em: http://repositorio.unicamp.br/jspui/bitstream/REPOSIP/334090/1/Camargo_MunirAbboudPompeoDe_M.pdf, acesso em 13/7/2019.
CAMILO, Ema Elizabeth Rodrigues. Modernização Agrícola e Máquinas de Beneficiamento: um estudo da Lidgerwood MFG. Co. Ltd., 1850 – 1890. Dissertação de Mestrado. Instituto de Economia da UNICAMP, Campinas, 2003. Disponível em:     http://repositorio.unicamp.br/bitstream/REPOSIP/286185/1/Camillo_EmaElisabeteRodrigues_M.pdf, acesso em 08/7/2021.
Decreto nº 9.115, de 20/3/1987, disponível em: https://bibliotecajuridica.campinas.sp.gov.br/index/visualizaroriginal/id/104884, acesso em 12/7/2021.
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FARDIM, Sônia Aparecida (Org.). Fragmentos de uma demolição: História Oral da demolição do Teatro Municipal Carlos Gomes. 2000, Campinas. SMCT-MIS. 234pp.
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