Formação da metrópole: Campinas no contexto da desconcentração industrial paulista (1970-1990)

Fabíola Rodrigues – socióloga, doutora em Demografia (UNICAMP). Atua na gestão da política de assistência social, da Prefeitura Municipal de Campinas (SMASDH/PMC).

Resumo:

Esse artigo evidencia os nexos entre desconcentração industrial no estado de São Paulo, urbanização, crescimento demográfico e interiorização do desenvolvimento, entre os anos 1970-1990. Esse processo, desigual e combinado, beneficiou algumas áreas do interior paulista, a exemplo de Campinas, promovendo concentração demográfica, concomitantemente à periferização da população pobre.

The metropolis formation: Campinas in the context of São Paulo industrial deconcentration (1970-1990).

Abstract:

This article aims to highlight the links between industrial deconcentration in the state of São Paulo, urbanization, demographic growth and internalization of development, between the years 1970-1990. This uneven and combined process has benefited some areas of the interior of São Paulo, such as Campinas, promoting demographic concentration, concomitantly with the peripherization of the poor population.

* * *

A partir da década de 1970, as regiões de Campinas, São José dos Campos e Baixada Santista, foram particularmente beneficiadas por um processo de desconcentração industrial da metrópole de São Paulo, que impulsionou significativamente a economia e a dinâmica urbana dessas áreas. Nesse contexto, a população de Campinas experimentou um forte incremento em seu volume, em larga medida como decorrência dos fluxos migratórios, em um cenário de consolidação da urbanização brasileira.

O esvaziamento demográfico das “zonas novas” da fronteira agrícola paulista, durante esse período, expresso pela desruralização e pela diminuição na intensidade do crescimento da população dessa área coincide com um intenso processo de urbanização em todo o estado de São Paulo, que culmina na metropolização e na forte concentração demográfica na capital e nas áreas localizadas no seu entorno, incluindo-se Campinas.

Sobre esse aspecto, um conjunto de medidas legais de alterações no zoneamento ambiental na região metropolitana de São Paulo promoveu a “expulsão” de indústrias poluidoras para outras áreas no interior do Estado, e mesmo para outras regiões do país, “aliviando” a pressão social, ambiental e demográfica da metrópole paulista, dispersando-a para o interior do Estado. Assim, o baixo crescimento populacional e econômico das décadas anteriores foi interrompido e as medidas políticas propiciaram a Campinas o seu refortalecimento econômico, tornando-lhe uma das áreas preferenciais de recepção de migrantes tanto intra-estaduais quanto interestaduais, no âmbito do interior paulista.

Igualmente, cumpre ressaltar que dentre os elementos mais importantes no desencadeamento do processo de interiorização da indústria assumem destaque as deseconomias de aglomeração, especialmente os custos do sistema de transporte de cargas e de passageiros, os custos de infraestrutura urbana, além das políticas restritivas à instalação de empreendimentos industriais na região metropolitana de São Paulo.

Paralelamente a esses fatores, o governo estadual investiu pesadamente em infraestrutura viária no interior de São Paulo, ampliando e duplicando vias de ligação da metrópole com o interior e deste com os estados de Minas Gerais, Mato Grosso e Paraná, facilitando a ligação entre os principais centros urbanos interiorizados, beneficiando especialmente as regiões com predominância agropecuária e agroindustrial.

Nesse sentido, na indústria da região de Campinas, durante a década de 1980,

seus 9.309 estabelecimentos empregavam 366 mil trabalhadores e sua participação no valor da transformação industrial aumentou para 16,9%, equivalente a 38,7% da indústria do interior e 8,7% da indústria nacional, maior que a indústria de Minas Gerais, do Rio Grande do Sul ou da Região Nordeste, perdendo apenas para o Estado do Rio de Janeiro. A dimensão da indústria do munícipio de Campinas e do seu Entorno, o acelerado crescimento populacional e o dinamismo do setor terciário desse espaço territorial possibilitaram o surgimento da mais nova área metropolitana de São Paulo e do país. (NEGRI, p. 221).

Evidencia esse processo de interiorização do desenvolvimento o quadro 1, reproduzido abaixo, que em linhas gerais permite apreender a relevância assumida pelo espraiamento industrial que atinge o interior do Estado, particularmente entre as décadas de 1970/80.

Quadro 1: Composição do Produto Interno Bruto (PIB) do estado de São Paulo 1970-1990, em %.

Setores 1970 1980 1990
Agropecuário 5,7 3,3 4,0
Industrial 43,9 47,5 42,0
Serviços 50,4 49,2 54,0
Total 100,0 100,0 100,0

Fonte: NEGRI, p. 170.

Com efeito, entre 1970/1980 a participação do setor secundário no PIB de São Paulo saltou de 43,9% para 47,5%, enquanto a participação do setor primário caiu significativamente de 5,7% para 3,3% do total. Mesmo o setor terciário, que já respondia por mais de 50% do PIB paulista em 1970, declinou levemente sua participação, em 1980, para 49,2%.

Já entre as décadas de 1980/1990, a participação da indústria no PIB paulista declinou na relação com os demais setores, expressando tanto os efeitos da grave crise econômica vivida pelo país durante os anos oitenta, e que atingiu mais frontalmente o setor secundário, quanto uma acomodação do processo de interiorização da indústria, que teve forte impulso durante os anos 1970.

Importa destacar, ainda, o rearranjo na divisão regional do trabalho ocorrida no Brasil, particularmente durante os anos 1980, momento em que a indústria de São Paulo perdeu participação para outras regiões do país.

A importância das políticas de desconcentração industrial da grande São Paulo para regiões que já experimentavam uma história pregressa de industrialização, como é o caso de Campinas, reside no amadurecimento desse processo, já que de uma indústria eminentemente agroprocessadora e produtora de bens de consumo não duráveis, as medidas públicas e privadas tomadas para promover a interiorização do desenvolvimento oportunizaram aqui a implantação de uma indústria mais complexa, especialmente de bens de capital, de bens intermediários e de consumo durável, com destaque para os setores metal-mecânico, elétrico e de transportes.

De fato, como mostra o Quadro 2, o ramo “material elétrico e de comunicações” que detinha uma participação de 7% na riqueza produzida pela atividade industrial (Valor de Transformação Industrial, VTI), em 1970, saltou para a participação global de 21,6%, em 1980, sendo que somente na região de Campinas a participação desse segmento no VTI estadual passou de 3,7%, em 1970, para 11,3%, em 1980.

Igualmente, o segmento “material de transportes” que detinha uma participação relativa de 11,3%, em 1970, passou a participação relativa de 21,4%, em 1980, sendo que somente Campinas, novamente a região de maior importância nesse segmento, saltou da participação de 3,8% do VTI estadual, em 1970, para 10,4%, em 1980.

Quadro 2: Participação da indústria do interior no VTI estadual dos ramos de material elétrico e de comunicações, e de material de transportes. Regiões do interior de São Paulo 1970-1985.

Ramos e Regiões de São Paulo 1970 1980 1990
Material elétrico e de comunicações 7,0 21,6 27,3
1 Região de Campinas 3,7 11,3
2 Região de São José dos Campos 2,0 6,1
3 Outras Regiões do Interior 1,3 4,2
Material de Transporte 11,3 21,4 34,7
Região de Campinas 3,8 10,4
Região de São José dos Campos 6,0 9,0
Outras Regiões do Interior 1,5 2,0

Fonte: NEGRI, p. 190.

Faz coro a essa constatação a formulação de Ulysses Semeghini (1996), que postula:

As indústrias predominantemente de bens de capital e de bens de consumo durável – Grupo III – foram as que apresentaram as maiores taxas de produção, no estado (…) No interior, a região de Campinas permanecia como a principal região produtora desses bens, os quais concentravam 29,3% do VTI regional em 1980. Entre 1960 e 1980, o número de estabelecimentos das indústrias do Grupo III na região passou de 336 para 1762, enquanto o número de operários passou de 10.414 para 98.325. Localizada próxima a São Paulo, com significativo implante industrial prévio, bom sistema de transportes e de comunicações e expressiva rede urbana, a região atraiu grandes empresas mecânicas, de material de transportes e de material elétrico, intensificando o movimento que começara na década de cinquenta (p. 144-5).

Além do investimento em infraestrutura viária, construção de distritos industriais, expansão da rede de comunicações e energia, também explica a interiorização do desenvolvimento e, mais ainda, sua forte expressão em Campinas, o elevado grau de diversificação da sua base produtiva, além da forte relação de complementaridade das atividades industriais desenvolvidas no munícipio com os demais setores da economia urbano-regional.

Em 1988,

Campinas sedia a terceira maior concentração industrial do país, a sétima produção agropecuária; seu munícipio abriga hoje a terceira maior praça bancária do Brasil e é a quinta maior base da tributação federal…” (ZIMMERMANN & SEMEGHINI, p. 57).

É nesse diapasão que se pode compreender o deslocamento para a região de Campinas de importantes plantas industriais de autopeças e da produção de componentes para a indústria automobilística, setor elétrico, mecânico, de comunicações e borracha, merecendo destaque a implantação, ainda durante a década de 1970, da fábrica de ônibus da Mercedes-Benz, bem como a instalação da Refinaria do Planalto (REPLAN), no munícipio de Paulínia, à época respondendo por cerca de 25% do craqueamento de petróleo nacional e responsável, ainda hoje, por significativa parcela do refino de petróleo no Brasil.

A expansão (…) do processo de interiorização da indústria (…) pode ser mais bem compreendido através de três indicadores importantes: o primeiro referente ao aumento do já elevado índice de concentração do valor de transformação industrial do ramo alimentício no interior (…) O segundo refere-se à elevada participação da indústria alimentícia do interior no total do respectivo ramo em nível nacional: em torno de um quarto do total, e o terceiro é o recente aumento (…) do peso relativo de ramos mais complexos, como mecânico, material de transportes e material elétrico e de comunicações, dentre outros (NEGRI, p. 186).

Efetivamente, como se pode depreender da leitura do Quadro 3, a participação do interior no valor adicionado fiscal da indústria de transformação cresce na comparação entre 1980-1990 (saltando da participação de 35,62% para 41,89%), muito embora decresça levemente na comparação 1985-1990 (decrescendo da participação de 42,41%, em 1985, para 41,89%, em 1990).

De qualquer modo, quando analisamos os valores referentes à participação da indústria de transformação de Campinas no valor adicionado fiscal da indústria de transformação do Estado, observamos que a participação da Região de Campinas cresce sensivelmente em todo o período, passando de 15,16%, em 1980 para 17,51% em 1985, e finalmente para 19,22%, em 1990, o que evidencia a consistência e a maturidade do processo de industrialização local, que se consagra, absolutamente, como a mais importante área industrial do interior de São Paulo.

Quadro 3: Participação (%) das chamadas regiões administrativas (RAs) no Valor Adicionado Fiscal da indústria de Transformação do Estado de São Paulo,1980-1990.

Região 1980 1985 1990
Região metropolitana de São Paulo 64,38 57,59 58,11
Campinas 15,16 17,51 19,22
São José dos Campos 5,00 6,35 6,35
Demais regiões administrativas de SP 15,46 18,55 16,32
Total das regiões 100,00 100,00 100,00

Demais regiões: Sorocaba, Central, São José do Rio Preto, Ribeirão Preto, Bauru, Marília, Franca, Araçatuba, Barretos, Presidente Prudente e Registro.

Fonte: CANO et alli, p. 207.

Finalmente, o Quadro 4 complementa essa análise evidenciando a importância crescente da indústria da então Região Administrativa de Campinas, entre os anos 1980/1990. Detendo-nos na informação acerca do peso relativo da indústria de transformação de Campinas sobre o total da indústria de transformação interiorizada, pode se observar que sua participação passa de 42,6%, em 1980, para 45,9%, em 1990, registrando um leve declínio no meio do período, visto que em 1985 seu peso se reduz para 41,3%.

Entretanto, percebe-se que houve durante a década de 1980, a despeito da forte crise enfrentada pela indústria durante esse período, um movimento de intensificação da concentração da indústria interiorizada na região de Campinas, cuja acumulação pregressa e o elevado grau de integração inter-setorial da economia, mesmo em escala regional, permitiram-lhe sobressair-se na disputa locacional da indústria interiorizada (mormente dos ramos produtores de bens de consumo duráveis e de bens de produção) com todas as outras regiões do Estado de São Paulo.

Quadro 4: Participação (%) da região de Campinas no total da indústria de transformação do estado de São Paulo e no total do interior, sem a Capital, 1980-1990.

Regiões Administrativas 1980 1985 1990
Campinas sobre o estado de SP 15,1 17,4 19,2
Campinas sobre o interior de SP 42,6 41,3 45,9

Fonte: CANO et alli, p. 216.

Convém ainda lembrar que outros empreendimentos estatais, na área de pesquisa e tecnologia, foram paulatinamente canalizados para a região de Campinas, a partir dos anos 1970, possibilitando a implantação de importantes empresas nos setores de informática, telecomunicações, energia e eletrônica, cuja contribuição foi decisiva para a consolidação do processo de modernização da indústria interiorizada e, consequentemente, para a promoção da antiga região administrativa de Campinas em região metropolitana de Campinas.

Como marcos dessas transformações profundas na estrutura industrial nessa região e, sobremaneira de seu munícipio sede, a partir dos anos 1970, que assinalam sua inscrição no rol das áreas industriais mais dinâmicas e avançadas do país, destacamos, dentre outros, os seguintes empreendimentos públicos:

  1. a) a criação da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), em 1965, que se consolidou nas décadas seguintes como um dos mais importantes centros de pós-graduação, pesquisa, desenvolvimento e inovação tecnológica do país, capitaneando para o seu entorno importantes empresas do segmento de alta tecnologia;
  2. b)  a instalação do escritório regional da EMBRAPA (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), em 1972, objetivando integrar a pesquisa e o desenvolvimento de tecnologias no setor agropecuário e sua disponibilização / transferência para os agentes envolvidos na produção;
  3. c)  a instalação do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento (CPqD) da Telebrás, em 1976, que desde então produz importantes pesquisas no setor de telecomunicações;
  4. d)  a instalação, nas imediações da UNICAMP, do Centro de Tecnologia para a Informática (CTI), em 1983, objetivando o desenvolvimento de circuitos integrados e pesquisa na área de informática;
  5. e)  a criação da Companhia de Desenvolvimento do Polo de Alta Tecnologia de Campinas, (CIATEC) em 1986, pela Prefeitura Municipal de Campinas, com o objetivo de estimular a implantação de polos de tecnologia no município;
  6. f)  a criação do Laboratório Nacional de Luz Sincrotron (LNLS), em 1987, pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), com o objetivo de produzir luz sincrotron no Brasil subsidiando o desenvolvimento de pesquisas e produção de materiais de alta performance.

Ainda sobre aspecto, houve um expressivo esforço integrado das esferas de poder (federal, estadual e municipal) para a viabilização do polo de tecnologia de Campinas, consolidando a posição dessa cidade e da região que ela polariza como lócus privilegiado de um projeto nacional de interiorização do desenvolvimento.

Esse projeto, idealizado ainda nos anos 1970, atinge seu fastígio na década de 1980, mas demonstra sinais de esgotamento nos anos 1990, momento em que profundas mudanças nos cenários econômicos interno e internacional revelam os limites dessa experiência de articulação transecular vivenciada por alguns lugares e regiões no capitalismo periférico.

As empresas do polo de alta tecnologia de Campinas cujo número total é estimado entre 50 e 100, atuam principalmente nos setores de informática, microeletrônica, telecomunicações, optoeletrônica e química fina (…) Na primeira metade dos anos oitenta, a ideia de criar um polo tecnológico em Campinas encontrou um ambiente favorável ao nível do poder público, estadual e municipal. De um lado, pela aproximação entre as lideranças universitárias e a prefeitura, na gestão de Francisco Amaral e, de outro, pela iniciativa do governo Franco Montoro, através da antiga PROMOCET, que iniciou um programa de criação dos Centros de Desenvolvimento de Indústrias Nascentes (TÁPIA, p. 99-100).

Importa dizer, ainda, que a implantação dessa indústria moderna, incluindo-se aquela de alta performance tecnológica, oportunizou um elevado crescimento populacional para o município e a região de Campinas durante os anos 1970-1990, mas especialmente entre os anos 1970-1980.

Esse crescimento populacional requerido pelo acelerado processo de industrialização complexa que se operou nesse período, teve um grande rebatimento nas feições urbanas assumidas pelo município sede a partir desse ponto decisivo em sua trajetória de desenvolvimento.

Produção e consumo são esferas fundamentais nas quais se movem as forças contraditórias que engendram as cidades. Em Campinas, igualmente, industrialização, crescimento populacional e desenvolvimento urbano se articularam de forma umbilical, nesse momento.

Evidente que não se podem estabelecer correlações mecânicas entre essas forças que se embatem na e para a produção do espaço, mas seria um equívoco não tomá-las em conta na construção de um modelo de desenvolvimento (econômico, urbano, regional, urbano-regional) cujas escalas se atravessam e se superpõem.

Entretanto, à dificuldade de apreensão das múltiplas relações estabelecidas entre esses elementos compensa a sua capacidade heurística: compreender a estruturação urbana pressupõe reconstituir as disputas de classe em suas variadas faces, da pressão imobiliária à pressão demográfica; das exigências requeridas pelo capital industrial às demandas por políticas sociais clamadas pelas camadas trabalhadoras.

Nesse sentido, o fio de Ariadne que nos permitirá perseguir essas disputas e sua realização no espaço, ou seja, na própria conformação da estrutura urbana da cidade, é a ação do poder público na esfera do desenvolvimento.

E a peça basilar para a compreensão de uma política pública de desenvolvimento para a cidade em todas as suas possíveis articulações é a política urbana.

Referências:

CANO, Wilson et alli. Economia paulista: dinâmica socioeconômica entre 1980 e 2005. São Paulo: Alínea, 2007.
NEGRI, Barjas. Concentração e desconcentração industrial em São Paulo (1880-1990). Campinas: Editora da Unicamp, 1996.
RODRIGUES, Fabíola. A invenção da cidade: população e planejamento urbano, imaginário e poder na formação urbana de Campinas (1930-2006). Campinas: IFCH – Unicamp, 2008. [Tese de doutorado].
SEMEGHINI, Ulyses Cidade. Técnica, espaço, tempo: globalização e meio técnico-científico-informacional. 2.ed. São Paulo: Hucitec, 1996.
TÁPIA, Jorge Ruben Biton. Os polos tecnológicos no Estado de São Paulo: uma avaliação crítica. Campinas: SEADE/FECAMP, 1993.
ZIMMERMANN, Gustavo; SEMEGHINI, Ulysses. Cidade. Explosão urbana regional e demandas sociais no Estado de São Paulo 1970-1985. Campinas: IE / FECAMP / Secretaria de Economia e Planejamento do Estado de São Paulo, 1988. (Relatório final, v. II – Estudos de caso, Campinas).

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