Vida literária durante o governo do presidente Campos Salles (1898-1902)

Duílio Battistoni Filho – historiador, professor. Titular da Cadeira 6 do IHGG Campinas.

Resumo:

Este artigo analisa a literatura no efervescente período de inovações culturais e científicas da virada do século XIX para o XX. No Brasil, as ideias e o modo de vida cosmopolita da Belle Époque foram impulsionadas com o surgimento de autores que se tornaram clássicos da nossa literatura. Os espaços destinados às trocas culturais e científicas também se desenvolvem nesse período.

Literary life during the government of President Campos Sales, Brazil (1898-1902).

Abstract:

This paper consider the literature in a effervescent period of cultural and scientific innovations at the turn of the 19th to the 20th century. In Brazil, cosmopolitan ideas and way of life of Belle Époque were boosted with the emergence of writers that became classics in our literature. Places for cultural and scientific exchanges are also developing during this period.

* * *

O período do mandato presidencial de Campos Salles (1898-1902) representou para o mundo e para o Brasil um momento de grande desenvolvimento científico e cultural. Vejamos alguns exemplos: Freud publica, em 1899, A Interpretação dos Sonhos. Em 1900 foi inventada a aspirina. Em 1901, alguns bairros de São Paulo passaram a ter luz elétrica. Nesse mesmo ano, os habitantes de Paris acompanharam o vôo do brasileiro Santos Dumont que, pilotando um balão dirigível, consegue contornar a Torre Eiffel; Marconi, inventor do telégrafo sem fio, realizou a primeira transmissão transcontinental com uma mensagem enviada da Inglaterra para os Estados Unidos. Também nesse ano, as mulheres conquistavam, pela primeira vez no mundo, o direito de voto.

Quanto ao Brasil, o país entrava numa fase de relativa calma e prosperidade depois que o exército abafou, à custa de muito sangue e sacrifício, a revolta de Canudos. Também foram desarticulados os remanescentes focos monárquicos e extintos os últimos pruridos do florianismo. Campos Salles saneava as finanças, e o país começava a se recompor. Os tempos eram de grande euforia. A comemoração do quarto centenário do descobrimento do Brasil, em 1900, provocou uma onda de patriotismo que varreu o país.

O período de reajustamento político-social que sucedeu à proclamação da República, favoreceu a crescente valorização das letras e suas relações com o mundo real. Machado de Assis prosseguia com sua obra intimista e perfeita, publicando Dom Casmurro, em 1900; naturalistas à la Zola e realistas à la Flaubert disputavam as preferências do público. No entanto, a influência francesa e a inglesa, no caso de Machado, continuava a exercer um papel determinante em nossas letras. Os primeiros anos do século XX, assistiram à irrupção de uma temática nacional, como o caso de Graça Aranha que publica, em 1902, o romance Canaã, voltado para a questão dos imigrantes europeus e para a viabilidade do Brasil como país independente.

No mesmo ano, Euclides da Cunha dava à lume sua obra-prima Os Sertões, obra difícil de ser enquadrada em um determinado gênero, um misto de ensaio científico, panfleto, relato literário e ficção, nascido de uma reportagem para o jornal O Estado de São Paulo. Descreve a luta travada no interior do Nordeste brasileiro, entre uma comunidade de camponeses, justamente os revoltosos de Canudos, e as tropas do exército. As razões aparentes do conflito estão relacionadas com o fanatismo religioso, o messianismo e o sebastianismo dos sertanejos. Suas razões profundas foram as mazelas do latifúndio, a servidão, o isolamento cultural, a dureza do meio, o abandono social, a subnutrição, o coronelismo e a ignorância das autoridades.

Outro expoente da literatura foi o maranhense Coelho Neto. O caráter brasileiro de sua prosa, rica de tipos e costumes nacionais, é fator que lhe confere cunho bastante pessoal. Embora faltando-lhe a profundidade da sondagem psicológica encontrada em Machado de Assis, Coelho Neto empreendeu a tentativa de fixar o drama humano em suas misérias interiores e sentimentos mórbidos, principalmente no seu romance Tormenta, de fortes conotações realistas, de 1901, em que analisa a vida dos imigrantes anarquistas e socialistas. Maior, entretanto, é seu mérito no âmbito da estória curta, onde exercita o poder de fértil imaginação para conceber enredos fantasiosos, revestidos de linguagem cintilante. Com Praga, divulgada originalmente no Correio Paulistano, em 1890, cabe-lhe a precedência cronológica do regionalismo literário brasileiro, conquanto ignorada por alguns críticos. Essa novela foi editada em 1894 e, mais tarde, incorporou a outras narrativas similares reunidas no livro Sertão, o qual exerceu profunda influência temática, estilística e até de título em outras produções como nas obras de Afonso Arinos, Simões Lopes Neto, Viriato Correia e muitos outros. Hoje, sua obra está sendo reabilitada.

Não podemos esquecer a obra de Olavo Bilac. Como jornalista, defendeu as causas do nacionalismo, da abolição e a obrigatoriedade do serviço militar como forma de incentivo à instrução pública. No governo Campos Salles, foi nomeado para o cargo de inspetor escolar do Distrito Federal, no qual se aposentou. Como conferencista, encantava a todos. Tornou-se o poeta mais lido do Brasil, cujos versos, caracterizados pelo cuidado formal, pela correção da linguagem e pela plasticidade, eram declamados nos salões literários. Na edição de suas Poesias, de 1902, nota-se a presença de um veemente temperamento romântico, controlado a custo pela disciplina formal aprendida com os parnasianos franceses.

Em São Paulo, nessa ocasião, teria grande destaque Eduardo Prado. Oriundo de família tradicional, representativa do ciclo do café, realizou sua ascensão durante o Segundo Reinado. A história da família Prado está ligada, de modo exemplar, à própria história do complexo cafeeiro, particularmente o do Oeste Paulista, que, a partir de 1870, conheceu grande desenvolvimento e transformou as áreas de terra roxa no principal polo dinâmico da economia brasileira. Eduardo Prado era o tipo do intelectual refinado e mundano que cultivava boas relações e possuía residência permanente em Paris. Foi, ao que se diz, o modelo da personagem Jacinto de Thormes, do romance A Cidade e as Serras, de Eça de Queirós. Em seu apartamento reunia os maiores luminares da época, como o próprio Eça, Ramalho Ortigão, Barão do Rio Branco e, esporadicamente, Joaquim Nabuco e Olavo Bilac.

Era comum discutirem assuntos nacionais. Apesar de morar na França, Eduardo estava voltado para as coisas nacionais, fazendo propaganda do país no estrangeiro. Abominava a influência dos Estados Unidos na vida brasileira como revela seu livro A ilusão americana. Em seus escritos, enaltece a superioridade do tipo paulista. Para ele, São Paulo começou a funcionar como oficina de homens, e o Brasil foi obra dos paulistas. Auxiliado por Capistrano de Abreu, empenhou-se em pesquisas sobre a História do Brasil. Por predileção pessoal, voltou-se aos temas da ação do Santo Ofício no Brasil. Os dois livros que deixou planejados, tratavam justamente de dois processados pela Inquisição: o padre Antonio Vieira e o padre Manuel de Moraes, quando faleceu inesperadamente, em 1901, com apenas 41 anos.

Nessa época, os salões literários estavam em moda no Brasil, imitando seus congêneres europeus. Um dos mais notáveis foi o de Laurinda Santos Lobo, no alto de Santa Tereza, no Rio de Janeiro. Dentre as personalidades que ali estiveram, enalteceram seu luxo Anatole France, Paul Adam e Isadora Duncan. Já o salão de Coelho Neto, na rua do Rozo, não possuía o mesmo cunho de alto mundanismo e esnobismo do salão de Laurinda. Nele, as reuniões se davam aos sábados, onde predominavam a literatura, a cordialidade, e até mesmo uma certa sem-cerimônia.

Pelos corredores, nas salas e no jardim, cruzavam-se figuras da nova e velha geração: Gustavo Barroso, Olegário Mariano, Alberto de Oliveira, Olavo Bilac, para citar alguns, Este último foi eleito Príncipe dos poetas numa noite festiva e inesquecível. Foi talvez a figura principal dessas reuniões, com suas palestras imaginosas e férteis. Com sua voz nítida e empostada, gesticulação perfeita, resumia romances e as novelas que pretendia escrever, relembrando episódios de juventude e impressões de leitura.

Mas não era somente no Rio que continuava a tradição dos salões literários. Em São Paulo tínhamos o de Vila Kyrial, residência do gaúcho José de Freitas Vale, que escrevia seus versos em francês, sob o pseudônimo de Jacques d’Avray. Seu palacete de linhas harmoniosas nas alturas de Vila Mariana, bairro ainda pouco povoado, era ambiente propício ao recolhimento de um poeta simbolista. Político, ocupando a senatoria estadual em várias legislaturas, protegia os jovens artistas, obtendo-lhes pensões do governo para viagens de estudos à Europa. Abria a sua casa às quarta-feiras para receber poetas, músicos, pintores, políticos e amigos. Discutia-se, ouvia-se música, com grandes concertos de canto, piano e violino. Em um desses concertos foi apresentada e executada pelo autor – o célebre compositor francês Darius Milhaud, em primeira audição – uma sonata para violino e piano.

Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Tarsila do Amaral, Anita Malfatti, Coelho Neto, João do Rio e Jorge Elpons, entre outros, foram frequentadores da Vila Kyrial. Além de artistas, tal casa acolhia figuras austeras como Washington Luís e Altino Arantes, que mais tarde ocupariam a presidência do Estado. Mas, o melhor espetáculo dessas reuniões era o próprio Freitas Vale, com sua conversa deliciosa, declamando seus poemas, relembrando episódios de sua vida, transmitindo impressões de leitura e, muitas vezes, ensinando aos jovens poetas como comer à mesa, como servir-se com propriedade dos talheres e diferentes copos. Enfim, civilizava e, ao mesmo tempo, proporcionava um ambiente em que a etiqueta predominava. Com sua morte, em 1958, e a demolição da Kyrial, em 1961, terminaria um importante capítulo da história cultural de São Paulo e do Brasil.

Capítulo especial merece o café como ponto de reunião dos intelectuais. O Rio era a cidade dos cafés, ponto obrigatório de políticos, escritores, artistas, estudantes e cocottes. Estas últimas dão ao ambiente do começo do século XX uma nota característica. No período áureo da boemia, predominava o Café do Rio, surgido em 1889, no cruzamento da Rua do Ouvidor com a Rua Gonçalves Dias. Na parte alta havia o serviço de restaurante, célebre por suas empadinhas quentes, onde João do Rio geralmente almoçava. O edifício foi destruído por um incêndio. Ponto igualmente preferido pelas celebridades literárias foi a Confeitaria Colombo, na Rua Gonçalves Dias. Era o preferido de Olavo Bilac e Emílio de Menezes. Felizmente, continua em atividade.

A verdade é que tudo mudou. Antigamente o Café era lugar de passatempo sadio. Hoje, com a generalização do serviço em pé, a infusão perdeu a nobreza que tinha, que era, precisamente, servir de pretexto a coisas mais altas. Acabou-se o bom papo. Desapareceram os boêmios. Os anedotários ambulantes. Tudo corre e se acelera, inclusive os infartos.

Além dos cafés, as livrarias eram os pontos de reunião dos escritores. E entre todas, a primeira, sob qualquer aspecto e a mais freqüentada, destacava-se a Garnier. Após as sessões da Academia Brasileira de Letras, fundada em 1896, muitos acadêmicos se dirigiam a essa livraria para conversar ou ver os lançamentos de livros. Ali podia ser visto aquele que nunca andara pelos cafés e confeitarias: Machado de Assis. Encerrado o expediente do Ministério em que era funcionário, era comum encontrá-lo na Garnier, onde era recebido com carinho e atenção. Tinha uma cadeira que lhe era reservada e, devido à sua pequena estatura, não se destacava em meio dos confrades e admiradores, entre os quais José Veríssimo, Taunay, Nabuco, Lúcio de Mendonça e Mário de Alencar. Até pouco antes de recolher-se definitivamente ao leito para morrer, o romancista não deixou de assinar o ponto na Garnier. Nos últimos tempos, saía frequentemente acompanhado por Mário de Alencar, de quem se separava no Largo do Machado.

Com o grande desenvolvimento da imprensa nos albores do século XX, o jornal proporcionaria trabalho para os intelectuais. No prefácio de seu livro Ironia e Piedade, Bilac asseverava que hoje não há jornal que não esteja aberto à atividade dos moços. O poeta, além de escrever artigos para os periódicos, também escrevia reclames para o xarope Bromil. Emílio de Menezes fazia sonetos louvando marcas de cerveja, e Bastos Tigre anunciava a Cantina Roma com a célebre frase: Quem tem boca vai a Roma. Ainda no Rio, o Jornal do Brasil, fundado em 1891, um dos maiores do país, contava com famosos ilustradores, como Raul Pederneiras e, em 1900, aparelhava-se para publicar fotografias, uma admirável inovação.

A verdade é que as antigas oficinas de jornal, que frequentemente só davam prejuízo, haviam-se transformado em empresas lucrativas que veiculavam anúncios e atraíam leitores com caricaturas e manchetes, então uma novidade. Enfim, a imprensa passa por uma série de inovações como a decadência do folhetim, que evoluiu para crônica de uma coluna, focalizando apenas um assunto, e daí para a reportagem; o emprego mais generalizado da entrevista, muito pouco utilizada até 1900, e a crítica literária, tendo um caráter mais regular e permanente.

No terreno das revistas e periódicos, devemos distinguir os de caráter essencialmente literário daqueles que, possuindo mais interesse geral e cunho mundano, davam também um espaço maior ou menor à literatura. As últimas manifestações de um gênero de revistas muito frequente, entre 1895 e 1896, em que predominavam a caricatura e a charge, seriam a A Cigarra e A Bruxa, ambas de Julião Machado e Olavo Bilac. No limiar do século XX, com o desenvolvimento da arte gráfica e da reportagem, o lápis do caricaturista não bastará para dar todo interesse ilustrativo a um periódico; surgirá então um elemento novo na imprensa: o fotógrafo.

Um dos primeiros exemplos dessa articulação da caricatura com a reportagem fotográfica, vamos encontrar na Revista da Semana, fundada por Álvaro de Teffé que começou a circular em 20 de maio de 1901. Nesse mesmo ano surgia em Paris, nos moldes de L’ ilustration Française, a Ilustração Brasileira, que procurava revelar as últimas novidades da moda feminina e infantil, com nítida influência da fotografia sobre o desenho. O fato de ser lançada em Paris, resultaria naturalmente do fato de não termos oficinas gráficas em condições de imprimir um magazine desse gênero. Muito importante, nessa ocasião, foi o aparecimento da revista O Malho, em 1902, e um humor mais refinado para adultos e que mais tarde ornar-se-ia política e noticiosa.

Em São Paulo, no século dezenove, a Academia de Direito centralizava o movimento editorial de revistas e jornais literários. Na passagem do século, apareceu o primeiro número da Arcádia Acadêmica, em cuja publicação Monteiro Lobato colaborou. Durou pouco tempo. Só mais tarde apareceriam outras publicações importantes como Minarete e O Pirralho, mas ambas de vida efêmera.

Em Campinas, um acontecimento cultural iria movimentar a acanhada vida de seus habitantes: a fundação, em 1901, do Centro de Ciências, Letras e Artes por um grupo de cientistas e intelectuais oriundos do Instituto Agronômico e do Ginásio Culto à Ciência, com a finalidade precípua de desenvolver os estudos científicos inicialmente e, mais tarde, os literários. Participando da primeira diretoria dessa instituição como orador, Coelho Neto veio a Campinas em 1901, atraído pela abertura de um concurso para a cadeira de Literatura no Ginásio do Estado, quando se inscreveu e foi aprovado para lecionar essa disciplina. Além do mais, sua condição financeira não era boa no Rio de Janeiro, sendo obrigado a vender, em leilão, seus móveis, livros e cristais. Residindo nesta cidade, logo formou um largo círculo de amizades. Em sua casa, na atual avenida Francisco Glicério, era comum Coelho e esposa Dona Gabi reunirem os amigos e intelectuais para sessões literárias e saraus musicais. Amigo de Coelho Neto, Olavo Bilac esteve um dia em sua casa, especialmente para ser padrinho de batismo de um de seus filhos. Ali o poeta de O Caçador de Esmeraldas declamou versos de sua autoria. Em apenas dois dias, Coelho Neto redigiu a Pastoral, peça ensaiada numa das salas da Casa Livro Azul e apresentada com sucesso no Teatro São Carlos e, mais tarde, no Rio e em Lisboa.

Certa ocasião, César Bierrembach, amigo dileto de Coelho Neto, levou Euclides da Cunha para conhecer o autor de A Capital Federal, para mostrar-lhe alguns fragmentos de sua obra Os Sertões. Quando César anuncia o visitante, Coelho Neto, que trabalhava em sua mesa, levanta os olhos e, ao ouvir o bom dia dado por Euclides teve uma grande decepção por causa, talvez, do físico raquítico do autor de Os Sertões. Iniciada a conversação, Coelho levanta-se, como de hábito, apanha um pote de fumo que se achava sobre a escrivaninha e interpela-o sobre a finalidade da visita – a leitura dos originais ou provas –, mas Euclides, irritado com o pouco caso do anfitrião, retira-se indignado. Como se sabe, quando Coelho não simpatizava com alguma pessoa e queria livrar-se dela, tomava o pote e se punha a fazer infindavelmente um cigarro com o intuito de despachar o visitante. Entretanto, a conselho de César, Coelho pede a Euclides, hóspede da Pensão Pinheiro, que voltasse. À noite, já apaziguado, Euclides retorna, com um capítulo somente do livro a ser lançado. O que estava escrito, causou admiração em Coelho, vendo nele uma riqueza de ideias e força de estilo. Nesse segundo encontro foram desanuviadas as desconfianças de Euclides. Ambos os escritores tornar-se-iam grandes amigos, e disso será prova a correspondência mantida entre eles.

Coelho Neto permaneceu em Campinas até o início de 1904, quando retornou ao Rio de Janeiro. Escrevendo do Guarujá, onde se encontrava com a família, Euclides endereçou uma carta a Coelho indagando quando voltaria a Campinas, a qual trazia a ambos tão gratas recordações. Em certo trecho, dizia: Quando voltas para Campinas? Afinal, tive razão… não devias ter deixado a boa cidade. Vais fazer de filho pródigo, de talento e de ideais – e como o da Bíblia serás recebido com o melhor carinho daquela gente. Tendo começado como sócio-fundador do Centro de Ciências, Letras e Artes, Coelho Neto, mais tarde, em 1908, por decisão da diretoria, passou à categoria de Benemérito e Correspondente de Honra.

Somente em 1924, Coelho e Dona Gabi retornariam a Campinas, hóspedes de seu amigo e compadre Antonio de Castro Mendes. Nessa ocasião, proferiu brilhante conferência no Clube Semanal de Cultura Artística sobre o papel do mameluco na História do Brasil. O casal reviu amigos, entre eles Rafael Duarte.

Foto destaque: Confeitaria Colombo, Rio de Janeiro, autoria: Wagner Pinheiro.

Referência:

TAVOLARO, Agostinho Toffoli et all. Rubem Costa Liber Amicorum. Campinas: Pontes, 2017.

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